{"id":6045,"date":"2019-10-29T10:00:42","date_gmt":"2019-10-29T12:00:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.abip.org.br\/site\/?p=6045"},"modified":"2020-01-20T12:03:12","modified_gmt":"2020-01-20T14:03:12","slug":"os-melhores-sanduiches-do-mundo-historia-e-receitas-de-15-classicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/os-melhores-sanduiches-do-mundo-historia-e-receitas-de-15-classicos\/","title":{"rendered":"Os melhores sandu\u00edches do mundo: hist\u00f3ria e receitas de 15 cl\u00e1ssicos"},"content":{"rendered":"<p>A ideia b\u00e1sica do sandu\u00edche \u00e9 combinar um tipo de p\u00e3o com outros ingredientes \u2013 e esse costume acompanha o ser humano ao longo da hist\u00f3ria. Na Antiguidade, os gregos e eg\u00edpcios espalhavam azeite ou mel no p\u00e3o; os romanos mergulhavam os peda\u00e7os em leite e ovos antes de aquecer; na Idade M\u00e9dia, os vikings cobriam o p\u00e3o de centeio com manteiga e cebola. No s\u00e9culo 20, o sandu\u00edche passou a substituir o almo\u00e7o e foi a partir da\u00ed que surgiram grandes combina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Aqui, apresentamos a\u00a0<strong>hist\u00f3ria e as receitas de 15 sandu\u00edches ic\u00f4nicos<\/strong>, de diferentes partes do mundo.<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">Como fazer\u00a0o sandu\u00edche perfeito<\/h3>\n<p>Antes de mergulhar nessa hist\u00f3ria, confira as dicas para acertar o preparo de qualquer sandu\u00edche. S\u00e3o truques infal\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>\u25cf Quanto mais fresco, melhor.<\/strong>\u00a0Use os ingredientes mais frescos que puder. Faz toda a diferen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>\u25cf O p\u00e3o certo.<\/strong>\u00a0N\u00e3o basta ser bom e fresco, o p\u00e3o tem\u00a0de ser adequado \u00e0 receita. Recheio molhado, pede\u00a0p\u00e3o firme, para n\u00e3o encharcar. Recheio pesado, idem.<\/p>\n<p><strong>\u25cf Provoque o contraste.<\/strong>\u00a0A varia\u00e7\u00e3o de texturas estimula o paladar e d\u00e1 gra\u00e7a. Pode ser a combina\u00e7\u00e3o\u00a0de algo crocante, como um p\u00e3o fresquinho ou um\u00a0peda\u00e7o de carne empanada, com um molho cremoso\u00a0ou uma folha fresca e firme. Ou um p\u00e3o macio com\u00a0carne desfiada&#8230;<\/p>\n<p><strong>\u25cf Molhe, sem encharcar.<\/strong>\u00a0\u00c9 fundamental acrescentar untuosidade para conduzir a mordida e tamb\u00e9m envolver os demais ingredientes \u2013 pode ser usando molho, maionese ou queijo cremoso.<\/p>\n<p><strong>\u25cf Um toque de acidez.\u00a0<\/strong>Sabores c\u00edtricos e \u00e1cidos convidam \u00e0 mordida seguinte. Adicione um picles, que atenua a gordura, ou um molho com vinagre ou lim\u00e3o.<\/p>\n<h3 class=\"sub-titulo\">RECEITAS<\/h3>\n<h3 class=\"intertitulo\">1.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,como-fazer-o-queijo-quente-perfeito,70002626872\">Queijo quente<\/a><\/h3>\n<p>No in\u00edcio, era s\u00f3 uma torrada coberta pelo queijo. E ela se popularizou nos Estados Unidos na d\u00e9cada de 1920, depois da inven\u00e7\u00e3o de um fatiador que permitiu industrializar o p\u00e3o de forma. Foi nos anos 1960 que a vers\u00e3o com duas fatias de p\u00e3o ganhou for\u00e7a. A maneira de preparar o sandu\u00edche \u2013 quer dizer, tostar o p\u00e3o e derreter o queijo \u2013 foi mudando ao longo dos tempos. O sandu\u00edche pode ser assado, grelhado, prensado na sanduicheira, tostado na frigideira \u2013 e at\u00e9 prensado com ferro el\u00e9trico quente, um m\u00e9todo pouco eficaz e nada convencional, mas que tem adeptos.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,como-fazer-o-queijo-quente-perfeito,70002626872\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-947707\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Codo Meletti|Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/7\/3\/1543522402137.jpg\" alt=\"\u00a0\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>\u00a0\u00a0Foto: Codo Meletti|Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">2.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,croque-monsieur,10000012789\">Croque monsieur<\/a><\/h3>\n<p>Esp\u00e9cie de misto quente metido e delicioso, ele nasceu em um caf\u00e9 no Boulevard des Capucines, em Paris, em 1910, como o almo\u00e7o perfeito: quente, crocante, feito com queijo e presunto. Se o cozinheiro adicionasse molho b\u00e9chamel, ent\u00e3o, ficava tamb\u00e9m luxuoso. Ningu\u00e9m reivindica a autoria da receita. Acontece que ela foi publicada pela primeira vez no The Belgian Cookbook, em 1915. Da\u00ed a hip\u00f3tese de o croque monsieur ser uma cria\u00e7\u00e3o belga.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,croque-monsieur,10000012789\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-535551\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Felipe Rau\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/0\/2\/1453293347920.jpg\" alt=\"Croque monsieur\u00a0\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>Croque monsieur\u00a0\u00a0Foto: Felipe Rau\/Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">3.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,mozzarella-in-carrozza,10000012674\">Mozzarella in carrozza<\/a><\/h3>\n<p>Mozzarella in carrozza faz parte do grande legado da\u00a0<em>cucina povera<\/em>\u00a0italiana. \u00c9 um sandu\u00edche frito, muito popular no sul da It\u00e1lia, que surgiu para aproveitar o p\u00e3o amanhecido e a mussarela que n\u00e3o estava mais fresca. Para completar, fil\u00e9s de alici (anchovas em conserva) e manjeric\u00e3o. \u00c9 f\u00e1cil de preparar e o \u00fanico segredo \u00e9 fritar no azeite, n\u00e3o no \u00f3leo. Faz toda a diferen\u00e7a.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,mozzarella-in-carrozza,10000012674\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-947746\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Fernando Sciarra|Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/7\/8\/1543523602787.jpg\" alt=\"Mozzarella in carrozza.\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>Mozzarella in carrozza.\u00a0Foto: Fernando Sciarra|Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">4.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,bauru,70002626936\">Bauru<\/a><\/h3>\n<p>Um dos sandu\u00edches mais emblem\u00e1ticos de S\u00e3o Paulo, o bauru do Ponto Chic \u2013 quer dizer, o bauru original \u2013 completou 81 anos em 2018. Todo mundo conhece a hist\u00f3ria desse cl\u00e1ssico que nasceu, em 1937, da fome de um aluno da Faculdade de Direito do Largo S\u00e3o Francisco, Casimiro Pinto Neto, apelidado de Bauru, que ficou famoso justamente por causa da receita. Ele chegou \u00e0 lanchonete, pediu ao chapeiro para abrir ao meio um p\u00e3o franc\u00eas, tirar o miolo e colocar queijo derretido dentro. Antes de o chapeiro atender o pedido, ele acrescentou: \u201cp\u00f5e tamb\u00e9m umas fatias de rosbife dentro\u201d. Algu\u00e9m comentou que estava ficando interessante, mas faltava vitamina e, de repente, veio o \u201cbota a\u00ed rodelas de tomate\u201d. Um amigo de Bauru, que estava acompanhando a prepara\u00e7\u00e3o, deu uma mordida no sandu\u00edche e pediu: \u201cMe v\u00ea um desse do Bauru\u201d. E assim come\u00e7ou a hist\u00f3ria do sandu\u00edche.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,bauru,70002626936\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-947763\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Codo Meletti|Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/3\/5\/1543524203153.jpg\" alt=\"\u00a0\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>\u00a0\u00a0Foto: Codo Meletti|Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">5.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,beirute,70002626961\">Beirute<\/a><\/h3>\n<p>Essa combina\u00e7\u00e3o de p\u00e3o s\u00edrio recheado com fatias finas de rosbife, rodelas de tomate, queijo prato e or\u00e9gano, assada at\u00e9 ficar bem torradinha, nasceu no restaurante Bambi, que foi refer\u00eancia de comida \u00e1rabe em S\u00e3o Paulo durante d\u00e9cadas \u2013 aberto em 1950, funcionou at\u00e9 2000. O criador da receita foi o dono da casa, o liban\u00eas Fares Sader (1918-1970). \u00c9 um cl\u00e1ssico paulistano, que fez hist\u00f3ria tamb\u00e9m no Frevinho, outra institui\u00e7\u00e3o paulistana.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,beirute,70002626961\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-947766\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Codo Meletti|Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/7\/0\/1543524863507.jpg\" alt=\"\u00a0\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>\u00a0\u00a0Foto: Codo Meletti|Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">6.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,club-sandwich,10000012782\">Club sandwich<\/a><\/h3>\n<p>\u00c9 o sandu\u00edche de dois andares mais famoso do mundo. Originalmente, s\u00e3o tr\u00eas fatias de p\u00e3o torradas, peito de frango desfiado (ou peito de peru), alface crespa, tomate e bacon torrado. A maionese \u00e9 obrigat\u00f3ria. Dois clubes de Nova York disputam sua autoria. A primeira vers\u00e3o \u00e9 de que o sandu\u00edche teria sido inventado em 1836, num clube privado, chamado Union Club of New York City. A outra, \u00e9 de que nasceu na cozinha de um cassino movimentado chamado Saratoga Club.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,club-sandwich,10000012782\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-535544\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Felipe Rau| Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/4\/2\/1453293317124.jpg\" alt=\"Club Sandwich\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>Club Sandwich\u00a0Foto: Felipe Rau| Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">7.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,reuben-sanduiche-de-pastrami-com-chucrute,70002626985\">Reuben<\/a><\/h3>\n<p>Ele \u00e9 pouco conhecido por aqui, mas \u00e9 um sandu\u00edche de pastrami muito popular nos Estados Unidos. Os americanos gostam tanto dele que tem at\u00e9 um dia para celebr\u00e1-lo: 14 de mar\u00e7o \u00e9 The Reuben Sandwich Day. O sandu\u00edche leva fatias de p\u00e3o de centeio, pastrami (ou corned beef), queijo, chucrute, picles de pepino e molho. H\u00e1 tr\u00eas vers\u00f5es para a origem da receita \u2013 h\u00e1 disputas at\u00e9 hoje pelos familiares dos supostos criadores, mas n\u00e3o h\u00e1 comprova\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que o Reuben se popularizou a partir de 1956, quando uma gar\u00e7onete de um hotel em Omaha ganhou um concurso de cozinha com a receita do sandu\u00edche.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,reuben-sanduiche-de-pastrami-com-chucrute,70002626985\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-947775\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Codo Meletti|Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/2\/2\/1543525613822.jpg\" alt=\"\u00a0\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>\u00a0\u00a0Foto: Codo Meletti|Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">8.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,lobster-roll,70002626995\">Lobster roll<\/a><\/h3>\n<p>\u00c9 um sandu\u00edche americano com ares de cachorro-quente, mas feito com lagosta em vez de salsicha. A lagosta \u00e9 cozida e misturada com maionese, sals\u00e3o, suco de lim\u00e3o e cebolinha. A receita nasceu em New England, regi\u00e3o no nordeste dos Estados Unidos, onde a pesca da lagosta \u00e9 importante. Por ali se faz um p\u00e3o em formato especial para o lobster roll, mas aqui, usa-se o p\u00e3o de cachorro-quente. O p\u00e3o tem de ser torrado na hora, por\u00e9m o recheio pode ser usado em temperatura ambiente, ou gelado, feito na v\u00e9spera.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,lobster-roll,70002626995\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-947780\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Codo Meletti|Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/3\/8\/1543526634183.jpg\" alt=\"\u00a0\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>\u00a0\u00a0Foto: Codo Meletti|Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">9.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,sanduiche-aberto-de-camarao-e-guacamole,10000012682\">Sm\u00f8rrebr\u00f8d<\/a><\/h3>\n<p>Esse tipo de sandu\u00edche que parece uma tartine \u00e9 muito popular na Dinamarca. A base da receita \u00e9 sempre o p\u00e3o com manteiga\u00a0(sm\u00f8r, em dinamarqu\u00eas, \u00e9 manteiga, e br\u00f8d, p\u00e3o), mas eles s\u00e3o incrivelmente variados, com coberturas diversas, texturas, cores e formas distintas, dispostas de maneira atraente. O sandu\u00edche aberto \u00e9 heran\u00e7a dos vikings, que levavam p\u00e3o de centeio nas viagens para comer com manteiga e cebola. Sua popularidade teve altos e baixos ao longo da hist\u00f3ria. H\u00e1 alguns anos, a Dinamarca redescobriu o sm\u00f8rrebr\u00f8d e ele voltou \u00e0s boas, feito com ingredientes nobres e montado como obra de arte, servido em restaurantes e bares descolados.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,sanduiche-aberto-de-camarao-e-guacamole,10000012682\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-535439\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Fernando Sciarra\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/2\/5\/1453292479752.jpg\" alt=\"Sandu\u00edche aberto de camar\u00e3o e guacamole.\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>Sandu\u00edche aberto de camar\u00e3o e guacamole.\u00a0Foto: Fernando Sciarra\/Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">10.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,banh-mi,10000012776\">Banh mi<\/a><\/h3>\n<p>\u00c9 um dos deliciosos exemplos da influ\u00eancia francesa na cozinha vietnamita. Surgiu no Vietn\u00e3 durante a ocupa\u00e7\u00e3o francesa, combinando as baguetes, que chegaram ali no s\u00e9culo 19, com carnes desfiadas, vegetais, picles e coentro em profus\u00e3o, al\u00e9m de maionese e pimenta fresca. Depois da Guerra da Vietn\u00e3, foi levado para os Estados Unidos e dali se popularizou. Atinge a excel\u00eancia na baguete mais fresca e crocante poss\u00edvel.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,banh-mi,10000012776\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-535538\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Felipe Rau|Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/7\/7\/1453293316477.jpg\" alt=\"Banh mi\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>Banh mi\u00a0Foto: Felipe Rau|Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">11.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,katsu-sando-sanduiche-japones-com-porco-empanado,70002627021\">Katsu sando<\/a><\/h3>\n<p>\u00c9 um cl\u00e1ssico nas ruas de T\u00f3quio, a uni\u00e3o do tonkatsu, o fil\u00e9 de porco empanado em farinha japonesa de p\u00e3o, a panko, com um p\u00e3o de f\u00f4rma branco. Um bom katsu sando \u00e9 feito com p\u00e3o macio, carne su\u00edna \u00e0 milanesa \u2013 em geral, copa lombo ou barriga de porco. Pode levar tamb\u00e9m repolho cortado fininho e molhos, o mais popular \u00e9 o agridoce. Mostarda japonesa tipo karashi e maionese Kewpie s\u00e3o indispens\u00e1veis. Este sandu\u00edche foi criado no s\u00e9culo 19 para alimentar as gueixas, que n\u00e3o tinham tempo de sentar para fazer uma refei\u00e7\u00e3o e nem podiam estragar a maquiagem e a roupa.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,katsu-sando-sanduiche-japones-com-porco-empanado,70002627021\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-947789\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Codo Meletti|Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/1\/6\/1543527534861.jpg\" alt=\"\u00a0\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>\u00a0\u00a0Foto: Codo Meletti|Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">12.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,pan-bagnat,10000012779\">Pan bagnat<\/a><\/h3>\n<p>\u00c9 basicamente uma salada ni\u00e7oise dentro de um p\u00e3o de campanha redondo: atum e anchova em conserva, ovo, tomate, manjeric\u00e3o, azeitonas e azeite de oliva. Patrim\u00f4nio de Nice, onde o p\u00e3o tem a medida exata de 20 cm de di\u00e2metro. O nome vem do dialeto proven\u00e7al e significa p\u00e3o banhado, porque ele fica bem molhadinho. Sua origem \u00e9 pobre, pois nasceu para aproveitar o p\u00e3o dormido. Por aqui, se faz com baguete ou minip\u00e3o italiano redondo.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,pan-bagnat,10000012779\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-535541\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Felipe Rau\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/9\/9\/1453293317999.jpg\" alt=\"Pan bagnat.\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>Pan bagnat.\u00a0Foto: Felipe Rau\/Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">13.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,hot-dog-so-com-pao-salsicha-e-mostarda,70002627051\">Hot-dog<\/a><\/h3>\n<p>Parece a coisa mais simples do mundo: p\u00e3o, salsicha e mostarda. Mas pode ser primoroso, dependendo da sele\u00e7\u00e3o de ingredientes. Originalmente, o p\u00e3o servia s\u00f3 para segurar a salsicha, evitando que se queimassem as m\u00e3os. O hot-dog \u00e9 americano e se popularizou a partir de 1904, quando apareceu na c\u00e9lebre World\u2019s Fair de St. Louis. Ganhou o mundo e incont\u00e1veis complementos e molhos. Ah, o motivo do nome? \u00c9 uma brincadeira com a ra\u00e7a de cachorros alem\u00e3 dachshund, apelidada de salsicha.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,hot-dog-so-com-pao-salsicha-e-mostarda,70002627051\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-947793\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Felipe Rau|Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/8\/2\/1543528074828.jpg\" alt=\"\u00a0\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>\u00a0\u00a0Foto: Felipe Rau|Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">14.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,choripan,10000012786\">Chorip\u00e1n<\/a><\/h3>\n<p>T\u00edpico na Argentina e no Uruguai, o nome desse sandu\u00edche vem da jun\u00e7\u00e3o de chorizo (lingui\u00e7a) e pan (p\u00e3o). Tamb\u00e9m \u00e9 chamado apenas de \u201cchori\u201d. A gra\u00e7a est\u00e1 em assar a lingui\u00e7a fresca (nem curada, nem defumada) na churrasqueira e depois servi-la no p\u00e3o com molho chimichurri. Pode-se abrir a lingui\u00e7a ao meio ou usar s\u00f3 o recheio, esmagado sobre o p\u00e3o. O molho chimichurri leva salsinha, alho e azeite, entre outros ingredientes. O chorip\u00e1n nasceu entre os ga\u00fachos, \u00e0s margens do Rio da Prata, da\u00ed a dupla nacionalidade: \u00e9 parte argentino, parte uruguaio.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,choripan,10000012786\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-535548\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Felipe Rau\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/1\/9\/1453293351991.jpg\" alt=\"Chorip\u00e1n\u00a0\" \/><\/figure>\n<div class=\"col-xs-12\">\n<p>Chorip\u00e1n\u00a0\u00a0Foto: Felipe Rau\/Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">15.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,prego,10000012775\">Prego<\/a><\/h3>\n<p>Prego \u00e9 o mais portuga dos sandu\u00edches. Leva bife bem fino e molho de mostarda. O segredo \u00e9 regar o p\u00e3o com o molho da carne que ficou na frigideira, ap\u00f3s fritar o bife. E finalizar com molho mostarda. Diz a lenda que o nome vem do costume de bater o bife com um martelo (como se fosse um prego!) para deix\u00e1-lo fino e macio.\u00a0<a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,prego,10000012775\">Confira a receita.<\/a><\/p>\n<div id=\"dv-535537\" class=\"imagem-corpo-noticia row\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Felipe Rau\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/640\/resources\/jpg\/2\/0\/1453293282702.jpg\" alt=\"Prego\u00a0\" \/><\/figure>\n<p><strong>Fonte:\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/paladar.estadao.com.br\/noticias\/receita,os-melhores-sanduiches-do-mundo-historia-e-receitas-de-15-classicos,70002626804\">Estad\u00e3o<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ideia b\u00e1sica do sandu\u00edche \u00e9 combinar um tipo de p\u00e3o com outros ingredientes \u2013 e esse costume acompanha o ser humano ao longo da hist\u00f3ria. Na Antiguidade, os gregos e eg\u00edpcios espalhavam azeite ou mel no p\u00e3o; os romanos mergulhavam os peda\u00e7os em leite e ovos antes de aquecer; na Idade M\u00e9dia, os vikings [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":101029,"featured_media":6046,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[],"class_list":["post-6045","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-receitas"],"views":18647,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6045","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/101029"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6045"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6045\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6047,"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6045\/revisions\/6047"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6046"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6045"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6045"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6045"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}