{"id":30290,"date":"2021-02-11T14:56:15","date_gmt":"2021-02-11T16:56:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/?p=30290"},"modified":"2021-02-11T14:56:15","modified_gmt":"2021-02-11T16:56:15","slug":"paes-feitos-a-moda-antiga-com-a-fermentacao-natural-ganham-espaco-nas-padarias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/paes-feitos-a-moda-antiga-com-a-fermentacao-natural-ganham-espaco-nas-padarias\/","title":{"rendered":"P\u00e3es feitos \u00e0 moda antiga, com a fermenta\u00e7\u00e3o natural, ganham espa\u00e7o nas padarias"},"content":{"rendered":"<p>P\u00e3es feitos \u00e0 moda antiga, com fermenta\u00e7\u00e3o natural, est\u00e3o ganhando os cora\u00e7\u00f5es dos clientes e, consequentemente, mais espa\u00e7o nas padarias brasileiras. Apesar de serem conhecidos desde o ano 2.800 a.c (antes de Cristo) a praticidade e a necessidade de acelerar processos fez o m\u00e9todo ser substitu\u00eddo, na maioria das produ\u00e7\u00f5es. Somente agora o mercado voltou a resgatar a t\u00e9cnica e aperfei\u00e7o\u00e1-la para entregar produtos diferenciados.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-26213 size-medium\" src=\"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/HQF_3430-1-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/HQF_3430-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/HQF_3430-1-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/HQF_3430-1-768x513.jpg 768w, https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/HQF_3430-1-1536x1025.jpg 1536w, https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/HQF_3430-1.jpg 1618w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\u201cAs padarias brasileiras est\u00e3o em processo acelerado de inova\u00e7\u00e3o e aprimoramento das t\u00e9cnicas de panifica\u00e7\u00e3o, para melhorar a qualidade do p\u00e3o. Acredito que ao resgatar o passado estamos construindo tamb\u00e9m o futuro. O setor de panifica\u00e7\u00e3o tem muito a crescer e a oferecer \u00e0 popula\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Panifica\u00e7\u00e3o e Confeitaria (Abip), Paulo Menegueli.<\/p>\n<p>O chef p\u00e2tisserie e autor de livros como Confeitaria Nacional e Padaria Brasil, premiados mundialmente, Luiz Farias, afirma que \u00e9 recente a onda de massa madre e fermenta\u00e7\u00e3o natural no Brasil.<\/p>\n<p>\u201cEstamos passando por um momento de readapta\u00e7\u00e3o de conhecimento. Em pa\u00edses como China, Taiwan, Alemanha, Espanha, Estados Unidos, Argentina e Portugal o fermento natural \u00e9 a grande \u2018vedete\u2019 do momento. O mundo inteiro est\u00e1 trabalhando com fermenta\u00e7\u00e3o natural, estamos resgatando uma hist\u00f3ria de qualidade, sabor, shelf life e de tudo que \u00e9 positivo para o p\u00e3o\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p><b>Um toque de paci\u00eancia e amor<\/b><\/p>\n<p>Quando os cozinheiros dizem que o segredo para uma boa comida \u00e9 o amor, n\u00e3o \u00e9 apenas uma brincadeira. Afinal, amor tamb\u00e9m significa dedica\u00e7\u00e3o, paci\u00eancia&#8230; E para finalizar o processo de fermenta\u00e7\u00e3o natural \u00e9 preciso cerca de 16 horas de espera, no m\u00ednimo. Dependendo da t\u00e9cnica do padeiro, pode durar at\u00e9 uns 30 dias. E n\u00e3o para por a\u00ed. O padeiro precisa alimentar esse fermento todos os dias, com \u00e1gua e farinha.<\/p>\n<p>Mas, tudo \u00e9 compensado pela qualidade do produto final. O cultivo desse fermento pode levar anos, o chef Luiz, por exemplo, j\u00e1 cuidou de um por 12 anos seguidos. Na Europa, existem padarias que usam h\u00e1 s\u00e9culos a mesma mistura.<\/p>\n<p><b>Produ\u00e7\u00e3o ganha mercado brasileiro<\/b><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-30292 size-medium\" src=\"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Chef-Luiz-Farias-200x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Chef-Luiz-Farias-200x300.jpeg 200w, https:\/\/www.abip.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Chef-Luiz-Farias.jpeg 684w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>Segundo Farias, os profissionais da \u00e1rea gastron\u00f4mica querem entender e praticar a t\u00e9cnica mais e mais. Os consumidores, por sua vez, est\u00e3o aprendendo a consumir variedades. \u201cA panifica\u00e7\u00e3o nunca esteve t\u00e3o na moda, o p\u00e3o est\u00e1 valorizado, as escolas de gastronomia e panifica\u00e7\u00e3o querem aprender sobre fermenta\u00e7\u00e3o natural. A nova gera\u00e7\u00e3o est\u00e1 pesquisando sobre o assunto\u201d, comemorou.<\/p>\n<p>O presidente da Abip, Paulo Menegueli, afirma que a tend\u00eancia de p\u00e3es artesanais \u00e9 forte e crescente \u201cO brasileiro tem aprendido, a cada dia, a saborear mais o p\u00e3o de qualidade, a levar para a mesa do jantar, do almo\u00e7o e do caf\u00e9, seja ele artesanal, integral, com fermenta\u00e7\u00e3o natural ou n\u00e3o\u201d, finalizou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>P\u00e3es feitos \u00e0 moda antiga, com fermenta\u00e7\u00e3o natural, est\u00e3o ganhando os cora\u00e7\u00f5es dos clientes e, consequentemente, mais espa\u00e7o nas padarias brasileiras. Apesar de serem conhecidos desde o ano 2.800 a.c (antes de Cristo) a praticidade e a necessidade de acelerar processos fez o m\u00e9todo ser substitu\u00eddo, na maioria das produ\u00e7\u00f5es. 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